terça-feira, 2 de outubro de 2012





PROCESSO SELETIVO EFAORI 2012
Curso Técnico em Agropecuária de Nível Médio

INSCRIÇÕES

01 a 25 de novembro de 2012

*As inscrições serão feitas somente por telefone ou na sede da EFAORI


SELEÇÃO

Dia 10 ou 14 de dezembro

*Comparecer o(a) estudante acompanhado de pelo menos um responsável da família.

10:00 - Plenária de apresentação "O que é Escola Família Agrícola (EFA)"
11:00 - Visita aos espaços didáticos e de convivência na EFAORI
11:50 - Almoço
13:00 - Redação (Quem sou Eu? Por que quero ingressar na EFA?)
14:00 - Teste de conhecimentos gerais

Maiores informações pelo telefone 64 3474-1442


quarta-feira, 27 de junho de 2012

EFAORI REPRESENTA GOIÁS NO SEMINÁRIO NACIONAL DO ENSINO MÉDIO


A Escola Família Agrícola de Orizona, localizada na área geográfica da Subsecretaria Regional de Ensino de Pires do Rio e conveniada com as Secretarias Estadual e Municipal de Educação, foi escolhida pelo Ministério da Educação (MEC) para representar o Estado de Goiás no Seminário Nacional do Ensino Médio, que será realizado em Brasília de 26 a 28 deste mês.
A escola funciona desde 1999 e tem o seu trabalho fundamentado na “Pedagogia da Alternância”, que permite a integração entre a realidade dos jovens que vivem no campo e a realidade acadêmica. Desde então, a escola já formou dez turmas de jovens no Ensino Médio e Técnico.
Durante o seminário, a escola será apresentada na oficina temática “Educação do Campo” pela diretora Aparecida Maria Fonseca, que fala com entusiasmo do trabalho desenvolvido e de como a “Pedagogia da Alternância” tem criado boas possibilidades para as famílias rurais em Orizona. Segundo ela, a escola é identificada como um "centro familiar" que constrói sua identidade a partir das diretrizes para a educação do campo, alternando períodos na escola e períodos no meio familiar. 
A alternância permite que os estudantes fiquem em regime de internato - em tempo integral - na chamada Sessão Escolar, por uma semana, e outra semana junto à família, na comunidade, na chamada Sessão Familiar. Isso possibilita que os alunos realizem atividades educativas extracurriculares, culturais, profissionais, pesquisas e observações complementares. Os estudantes são matriculados no Ensino Médio ou no Curso Técnico em Agropecuária. Atualmente a escola atende 91 alunos, sendo 32 na 1ª série, 32 na 2ª série e 27 na 3ª série, e conta com 19 profissionais da educação.
O Projeto Político Pedagógico da escola constitui-se no “Plano Global”. Nele estão contidos todos os dados gerais sobre a filosofia, a pedagogia, estrutura e funcionamento da escola, os instrumentos e as estratégias definidas democraticamente pela comunidade escolar. O currículo também é parte integrante desse Plano Global da escola. O curso técnico em Agropecuária de Nível Médio é de 6.740 horas distribuídas entre disciplinas da base comum do ensino médio, diversificada com elementos da “Pedagogia de Alternância” e disciplinas da área técnica. São cumpridos os 200 dias letivos com atividades presenciais e na família".
Entre as principais ferramentas utilizadas pela escola está o Caderno da Realidade/Plano de Estudo, que é o guia de orientação para pesquisa e orientação, com base na realidade do aluno e da sua vivência no mundo rural. A escola utiliza todos os instrumentos pedagógicos sistematizados e classificados para os centros familiares de formação por alternância.
O trabalho, que, de certa forma, rompe com a educação tradicional que se dá exclusivamente no ambiente escolar, é acompanhado por monitores-educadores da Secretaria de Estado da Educação. São professores preparados para ensinar em salas multisseriadas e em regime de alternância.
Como este regime favorece a uma aprendizagem contínua e integrada à vida dos alunos, aliando teoria a prática, as avaliações também são feitas de forma contínua e formativas. Essas avaliações levam em conta o desenvolvimento do estudante a partir das novas atitudes, suas relações práticas no meio familiar e no meio escolar, da capacidade de expressão e da aquisição de novos conhecimentos em todos os níveis. A cada ano, os resultados vêm superando as metas e as expectativas. 
No período em que os estudantes estão com a família, a escola funciona como um centro de apoio social, realizando encontros, reuniões e formações com diversos segmentos. No período de 4 a 6 deste mês de junho, estiveram reunidos na escola representantes de associações das Escolas Famílias Agrícolas do Centro Oeste e Tocantins, em grupo de estudos que tiveram a participação de dez escolas famílias e dez associações.


* Texto extraído do Portal da SEDUC-GO. Imagens: Aparecida Fonseca/EFAORI. Todos os direitos reservados.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Encontro de Agricultores Familiares


A Emater e a Prefeitura estarão promovendo o 1º Encontro da Família Rural de Urutaí, região da Estrada de Ferro, programado para o dia 16, sábado, as 18 horas no Salão Sinasefe. A programação consiste na abertura oficial, palestras sobre noções de administração rural, por Manoel Lúcio dos Santos, médico veterinário da Emater; Emater e as famílias rurais, palestrante Luzimar Rosa Xavier, técnico agropecuário; produção de mudas, apresentada por Ângelo Ribeiro, auxiliar em Agropecuária da Prefeitura. Os valores e a família terá como conferencista o padre João César, coordenador do serviço de animação vocacional. O encerramento está previsto para às 21 horas com um sorteio de brindes e jantar.


Assessoria de Imprensa da Emater.

Extraido do sítio da EMATER-GO

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Fique ligado ...








Nota do Comitê Brasil sobre o Código Florestal
                                                                                                                                                       
                                                                                                                   Número: 001-04/2012

O Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável manifesta sua profunda indignação com  a aprovação do projeto de Código Florestal pela Câmara dos Deputados em 25 de abril. A aprovação do relatório do deputado Paulo Piau representa o maior retrocesso na legislação ambiental na história do País. 

Se o texto aprovado pelo Senado já significava anistia aos desmatamentos ilegais e incentivos a novos desmatamentos, os deputados conseguiram o que parecia impossível: torná-lo ainda pior. O texto revisado pela Câmara dos Deputados, além de ferir os princípios constitucionais da isonomia, da função social da propriedade e da proibição de retrocessos em matéria de direitos fundamentais, fere frontalmente o interesse nacional.

Usando hipocritamente o discurso de defesa dos pequenos proprietários, os deputados derrubaram as poucas melhorias que o Senado efetuou e aprovaram um texto que apresenta incentivos reais a novos desmatamentos, inclusive em nascentes e outras áreas de produção de água,  ocupações em manguezais (apicuns), e permite benefícios econômicos  mesmo para quem continuar a desmatar ilegalmente. 

Considerando a inconstitucionalidade do projeto e a contrariedade ao interesse nacional, que trazem perversos impactos na vida de todos brasileiros, confiamos e apoiamos o compromisso da presidenta Dilma de não aceitar anistia a crimes ambientais, redução de área de preservação permanente e incentivos aos desmatamentos, o que só ocorrerá com  o Veto 
Total ao projeto aprovado na Câmara.


Brasília, 26 de abril de 2012



Comitê Brasil em Defesa das Florestas
e do Desenvolvimento Sustentável



Assine a petição.

Nascentes de água, fonte de vida





A Unidade Universitária da UEG de Goiás sediou até sexta-feira, 04 de maio, o II Encontro de Educação para o Campesinato no Município de Goiás. A Unidade se uniu a entidades como a Comissão da Pastoral da Terra, Secretaria Municipal de Educação de Goiás, Escola Família Agrícola de Goiás e as escolas municipais Holanda, Terezinha de Jesus Rocha e Olímpia Angélica de Lima para debater as questões referentes à Educação no Campo.

Participam da programação professores do ensino básico e fundamental do meio rural e urbano, professores e alunos do ensino superior, funcionários do setor administrativo de entidades envolvidas com a educação, comunidades escolares e camponeses. De acordo com os organizadores, o Encontro contará com as seguintes atividades: conferências, mesa redonda, mostra pedagógica, painel de debate, grupos de trabalho, relatos de experiências, espaço de diálogo, oficinas e atividades culturais.

A conferência de abertura do encontro com o tema "Cultura Camponesa", acontecerá às 19 horas na Escola Municipal Polo Holanda, tendo como convidado o professor Jadir de Moraes Pessoa, da Faculdade de Educação da UFG e como coordenadora a professora da UnU Goiás, Elizabeth Maria de Fátima Borges.

Nesta quinta-feira, 03 de maio, vários grupos de trabalho se reúnem para tratar de temas como as ações das instituições públicas no fortalecimento do campesinato; a legislação voltada para a educação no campo; os desafios de professores e alunos para cumprir o calendário; a formação continuada dos docentes; entre outros. No período da tarde, o professor Flávio Antônio dos Santos, da UnU Goiás, coordena o debate “Políticas Públicas para o Campo: Projetos de Sucesso.” A mesa redonda com o mesmo tema será mediada pelo professor Murilo Mendonça de Souza.

Na sexta, o encontro prossegue com os relatos de experiências dos profissionais que trabalham nas escolas do campo; com a apresentação de trabalhos de pesquisa, projetos de extensão e oficinas. Para encerrar será realizada a conferência “A Educação no/do Campo no Estado de Goiás” conduzida pelo professor João Batista de Queiroz, da Universidade de Brasília-Campus de Planaltina, responsável pelo curso de Licenciatura em Educação no Campo. Esta atividade terá como coordenadora a professora Francilane Eulália de Souza, da Unidade Universitária da UEG de Formosa.


Matéria de José Gomes NetoAgente da Comissão Pastoral da Terra Regional Goiás, estudante de Comunicação Social pela PUC Goiás.
Extraído de: http://www.cptgoias.com/noticias/exibe/titulo/realizado-em-goias-2-encontro-de-educa%C3%A7ao-para-o-campesinato-ueg-cpt-goias-71c2a

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Cuidado com o dengue, que a dengue te pega

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Viva!!! Hoje é o Dia do Sol





O raiar do Sol todos os dias é algo que desperta vários sentimentos bons nas pessoas: renovo, esperança e vida. O Sol é a estrela central do nosso sistema planetário solar. O que faz com que essa estrela seja tão importante para nós é a sua proximidade com o nosso planeta: cerca de 150 milhões de quilômetros. Para se ter uma idéia, a estrela mais próxima da Terra depois do Sol é a Próxima Centauri, situada a 40 trilhões de quilômetros de distância de nós. 


Em 3 de maio é comemorado o dia internacional do Sol. Todos nós sabemos que a estrela é de extrema importância para os seres vivos. O Sol é, praticamente, a única fonte de energia para a Terra. Essa energia penetra no ecossistema através dos seres autótrofos e é repassada para os seres heterotróficos; vale lembrar que a energia é cíclica, ou seja, nunca acaba. Dessa forma, sem o Sol, não haveria vida na Terra. 



Todos os combustíveis fósseis, como o petróleo, o carvão e o gás natural, embora possam ser fontes de energia, também são produtos da captação e armazenamento da luz solar em plantas, algas e animais a milhares de anos atrás. O Sol também é responsável pelo processo da evaporação, o qual causa o reabastecimento dos rios e lagos que deságuam no mar. 



A distância entre a Terra e o Sol é um fator fundamental, pois permite criar um ambiente de temperatura e luminosidade adequado para a manutenção da vida. Nenhum outro planeta do Sistema Solar, com exceção de Marte, possui as condições ideais de vida semelhante às da Terra; uns são muito quentes, outros muito frios. Por falar em temperatura, também fica óbvio que sem o Sol, a Terra seria um lugar incrivelmente gelado. 

terça-feira, 24 de abril de 2012

Como fazer um carneiro hidráulico

Texto: Gustavo Laredo
Ilustrações: Francisco da Costa



O professor Geraldo Tiago Filho, da Universidade Federal de Itajubá, MG, sempre quis entender como funcionava o "golpe de aríete", fenômeno hidráulico que ocorre devido à interrupção abrupta do escoamento da água em um encanamento. O golpe, que resulta em aumento de pressão, pode ser comparado a uma freada brusca em um ônibus cheio, fazendo os passageiros se amontoar na parte da frente.
Para compreender o fenômeno, o professor construiu um carneiro hidráulico, que funciona com a energia gerada por essa pressão. O aparelho bombeia água sem usar energia elétrica ou combustível fóssil. Feito com garrafa PET e PVC, o modelo custa 90 reais.

O funcionamento é simples. Para iniciar sua operação, basta abrir a válvula do cano ligado à fonte de água da propriedade. A pressão força a abertura da válvula de retenção, permitindo a entrada de água na garrafa PET. O ar contido dentro dela é comprimido e a resistência à entrada da água vai aumentando até que a pressão no interior da garrafa suba e provoque o fechamento da válvula de retenção. Como a água fica impedida de retornar ao cano de alimentação, ela sai pelo cano que desemboca num reservatório.

Ensinamos a baixo a construir um carneiro hidráulico com tubo de captação de duas polegadas de diâmetro, suficiente para uma vazão de 1.320 a 2.700 litros por hora.
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Materiais
• 1 garrafa PET (A) de dois litros com tampa;
• 1 bucha de redução de uma polegada por 3/4 de polegada (B);
• 1 Tê de PVC branco (C), com rosca de uma polegada;
• 1 bucha de redução de PVC branco (D), com rosca de uma polegada por 3/4 de polegada;
• 1 adaptador para mangueira (E), de 3/4 de polegada;
• 1 niple de PVC branco (F), de uma polegada;
• 1 bucha de redução de PVC branco (G), com rosca de duas polegadas por uma polegada;
• 1 válvula de retenção vertical (H), de duas polegadas;
• 2 niples galvanizados (I e J), de duas polegadas ;
• 1 tê galvanizado (K), de duas polegadas;
• 1 válvula de poço ou de impulso (L);
• 1 parafuso 5/16 ou M8 com três porcas e uma arruela (M);
• 1 mola do acionador de válvula de descarga para vasos sanitários (N);
• 1 cano de aço de duas polegadas de diâmetro (O). O comprimento varia de acordo com a altura da queda d'água e do desnível ao qual a água será bombeada até o reservatório;
• 1 cano de aço de 3/4 de polegada de diâmetro (P). O comprimento deve ser dez vezes maior que o tamanho do tubo do item anterior;
• 10 centímetros quadrados de tela de sombreamento;
• arame;
• cola para PVC.
Como fazer
1) Faça um furo de 15 milímetros de diâmetro na tampa da garrafa (A). Fixe nela a bucha de redução de uma polegada por 3/4 de polegada (B), com a cola para PVC. Em seguida, rosqueie o tê de uma polegada (C) que, em uma de suas saídas, irá receber a bucha de PVC branco de uma polegada (D). Encaixe nesta peça o adaptador para mangueira (E) e o cano de aço de 3/4 de polegada (P), nesta ordem. Na outra ponta do tê coloque o niple de uma polegada (F). 2) Rosqueie o niple à bucha de redução de duas polegadas (G). Fixe nesta peça a válvula de retenção vertical (H) e um niple galvanizado de duas polegadas (I).
3) Encaixe no niple o tê galvanizado (K). Em uma de suas saídas, coloque o cano de aço de duas polegadas de diâmetro (O). Este tubo de alimentação deverá ser instalado 30 centímetros abaixo do nível da água para evitar a sucção de ar e com desnível mínimo de 1,5 metro para que a água seja conduzida até o carneiro. Para impedir que o cano entupa, coloque o pedaço de tela de sombreamento na entrada e amarre com arame.
4) Fixe na outra saída do tê o outro niple galvanizado (J) e a válvula de poço ou de impulso (L). Para que o tampão desta válvula impulsione a água, faça um furo na base do crivo (que acompanha a válvula) para encaixar o parafuso 5/16 ou M8 (M). Rosqueie uma das porcas até a posição intermediária do parafuso. Rosqueie o parafuso até que a porca encoste-se ao fundo do crivo. Entre duas porcas, prenda a arruela na ponta livre do parafuso. Ao recolocar o crivo na válvula, insira a mola (N) entre a arruela e o tampão da válvula.
5) Para calcular o comprimento do cano de aço que recebe a água da fonte (O), utilize esta fórmula.
Onde LQ é o comprimento do cano de alimentação, H é a altura que água percorre até o reservatório e h é a altura de queda da água da fonte até o carneiro. Supondo que o h seja de 2,5 metros e o H de 15 metros, tem-se:
6) Para calcular o tamanho do cano de aço que leva a água até o reservatório (P) basta multiplicar por dez o comprimento do tubo de alimentação LQ. Pegando o exemplo acima, o valor seria 168 metros.

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Informações: Centro Nacional Referência em Pequenos Aproveitamentos Hidroenergéticos - Av. BPS, 1303. C.P. 50-Itajubá/MG, CEP 37500-000 Tel. (35) 3629-1157, www.cerpch.unifei.edu.br

Fonte: http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC1510081-4528,00.html